O evento, promovido pela Frente Parlamentar de Petróleo e Gás da Alap, terá como tema "Petróleo e Gás na Margem Equatorial: garantia de desenvolvimento econômico sustentável no Amapá" e promoverá um debate qualificado e transparente sobre os impactos positivos, os desafios e as oportunidades da exploração de hidrocarbonetos na região.
A sessão também foi marcada pela leitura de diversas matérias, que agora seguem para análise das comissões permanentes da Casa. Alguns parlamentares usaram a tribuna para debater temas como infraestrutura, segurança pública e a relação com o secretariado estadual.
Entre os projetos apresentados, destacam-se
- Proposta que institui diretrizes para a criação de bibliotecas digitais nas escolas públicas estaduais do Amapá
- O objetivo é democratizar o acesso à educação por meio da disponibilização gratuita de conteúdos digitais educacionais, acadêmicos e culturais.
"No contexto atual, o acesso a recursos digitais tornou-se uma necessidade fundamental para a formação educacional e o desenvolvimento pessoal dos estudantes. As bibliotecas digitais oferecem uma solução prática e eficaz para superar desafios estruturais, como distâncias geográficas e dificuldades de acesso a materiais físicos e bibliotecas tradicionais", destacou o autor do projeto, deputado Kaká Barbosa (sem partido).
Proposta que prevê a substituição da frota de veículos oficiais do Estado movidos a combustíveis fósseis por modelos híbridos, elétricos ou movidos a biocombustíveis
"Diante do crescimento acelerado da frota circulante nos últimos anos, faz-se necessário repensar a utilização de combustíveis fósseis. Precisamos estimular o uso de veículos elétricos e de biocombustíveis, cujo processo de combustão resulta em menos poluentes lançados na atmosfera", justificou a deputada Edna Auzier (PSD), autora da proposição.
A parlamentar citou exemplos internacionais, como França e Reino Unido, que estabeleceram o fim da venda de carros novos a gasolina e diesel até 2040. Na Áustria, a medida poderia entrar em vigor já a partir de 2020, enquanto Noruega e Holanda fixaram prazos para 2025 e 2030, respectivamente.
