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Sábado, 02 de Maio 2026
Notícias/Política

“É imoral a gente eleger um candidato ligado as facções”, diz eleitor

A suposta presença ativa de facções criminosas na disputa para vereador e prefeito de Macapá está deixando eleitores como seu José, que pediu para ter a identidade preservada, preocupado. Trabalhador autônomo, o morador do Conjunto Macapaba conta que está assustado com o que a investigação da Polícia Federal está revelando sobre candidatos nas Eleições 2024, em Macapá.

“É imoral a gente eleger um candidato ligado as facções”, diz eleitor
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A suposta presença ativa de facções criminosas na disputa para vereador e prefeito de Macapá está deixando eleitores como seu José, que pediu para ter a identidade preservada, preocupado. Trabalhador autônomo, o morador do Conjunto Macapaba conta que está assustado com o que a investigação da Polícia Federal está revelando sobre candidatos nas Eleições 2024, em Macapá.

“Nunca na minha vida imaginei que um candidato ia querer esse tipo de aliança. Mexer com facção é ser criminoso também. É imoral se alguém com ligações com o crime organizado chegasse na prefeitura e na Câmara de vereadores”, disse indignado.

A Polícia Federal, Justiça Eleitoral e as forças de segurança do Estado tentam barrar o impacto de facções criminosas no processo democrático. A Operação Herodes da PF, deflagada no dia 20 de setembro, identificou a ligação do subsecretário de Zeladoria da Prefeitura de Macapá, Jesaias Silva e Silva, o “Jesa”, e do candidato à vereador, Luanderson Alves, o “Caçula”, ambos do grupo político do prefeito Furlan, com as fações criminosas, que estariam financiamento campanhas eleitorais.

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“Jesa” foi exonerado do cargo e segue preso. O candidato à reeleição, prefeito Furlan, não se manifestou sobre o caso. Já “Caçula”, estava foragido e teve a prisão revogada em função do período eleitoral.

A facção criminosa busca a oportunidade de financiar campanhas para depois cobrar favores e influência política. A Justiça Eleitoral monitora cinco principais formas de influência do crime organizado no processo eleitoral:

- Ameaças, intimidações, restrições da liberdade de ir e vir e a prática de crimes eleitorais ou comuns;

- Atos de apoio ou desapoio a candidatos(as), partidos políticos, coligações ou federações;

- Assistência material ou qualquer forma de financiamento de campanha em favor de candidatos(as), partidos políticos, coligações ou federações;

- Participação de membros de organização criminosa ou facção criminosa na campanha eleitoral;

- Participação de organizações criminosas, facções criminosas ou seus membros na lavagem de dinheiro relacionada a recursos arrecadados em campanhas eleitorais ou direcionados a campanhas eleitorais.

De Bubuia

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