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Segunda-feira, 04 de Maio 2026
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Amapá quer liberar spray de pimenta para mulheres sob medida protetiva

Proposta do deputado Pastor Oliveira visa oferecer ferramenta de autodefesa não letal para mulheres amparadas por medida protetiva, com controle dos órgãos de segurança.

Amapá quer liberar spray de pimenta para mulheres sob medida protetiva
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A Assembleia Legislativa do Amapá (Alap) debate em sessão plenária um Projeto de Lei que pode conceder às mulheres vítimas de violência doméstica, amparadas por medida protetiva, o direito de portar spray de extratos vegetais, popularmente conhecido como spray de pimenta.

A matéria, de autoria dos deputados do Republicanos, liderados pelo Pastor Oliveira, estabelece que a concessão do porte dependerá de autorização e controle dos órgãos de segurança pública. Caso aprovada em plenário, a proposta seguirá para a sanção do governo do Estado.

O Pastor Oliveira, autor da proposta, argumenta que o projeto visa disponibilizar o spray de pimenta como uma ferramenta complementar e eficaz de autodefesa para mulheres em situação de risco imediato.

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"O presente projeto propõe a disponibilização do spray de pimenta como uma ferramenta de autodefesa para mulheres vítimas de violência doméstica, como medida complementar às existentes. O spray de pimenta, instrumento não letal e acessível, tem a capacidade de causar dor temporária e incapacitação momentânea do agressor, permitindo que a vítima ganhe tempo para escapar ou solicitar ajuda policial. Esse recurso é amplamente utilizado em diversos países e tem se mostrado eficaz na proteção de mulheres em situações de risco imediato", defende o parlamentar.

O deputado reconhece a importância das medidas protetivas de urgência no combate à violência doméstica, mas aponta suas limitações em garantir a segurança contínua das vítimas.

"Porém, em muitos casos, não é suficiente para evitar novas agressões. Isso ocorre principalmente pela dificuldade de monitoramento contínuo e pela lenta resposta das autoridades, deixando as mulheres vulneráveis mesmo após a obtenção de uma medida protetiva. Nesse contexto, a busca por mecanismos de proteção adicionais, que proporcionem uma resposta imediata para a vítima, se faz urgente", frisou o Pastor Oliveira, defendendo a aprovação da matéria pela Alap.

De Bubuia

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