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Sábado, 02 de Maio 2026
Notícias/Política

Cartazes chamam Furlan de ladrão e expõem 16 dias de silêncio sobre R$ 400 mil

Diante de provas e agora de cartazes em obra, a pergunta persiste: por que Furlan não esclarece ou desmente uso de veículo ligado a ele no caso dos R$ 400 mil, registrados pela Polícia Federal?

Cartazes chamam Furlan de ladrão e expõem 16 dias de silêncio sobre R$ 400 mil
Não há identificação de quem colocou os cartazes. Mas há uma mensagem clara: é hora do prefeito quebrar o silêncio e explicar a origem da R$ 400 mil
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O silêncio virou cartaz.

Na manhã desta sexta-feira (20), o tapume da obra do Hospital Geral de Macapá amanheceu coberto por mensagens com a frase: “O Furlan roubou o dinheiro dessa obra”.

A manifestação ocorre após 16 dias sem qualquer explicação pública do ex-prefeito sobre o caso dos R$ 400 mil em dinheiro vivo, investigado pela Polícia Federal.

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A reação fora dos gabinetes

Sem nota, sem coletiva, sem versão oficial, a resposta não veio das instituições: veio da rua.

Os cartazes, espalhados ao longo do tapume, revelam um ambiente de desgaste público crescente, alimentado pela ausência de posicionamento sobre um episódio que envolve:

  • dinheiro em espécie de alto valor
  • veículo registrado em nome do prefeito
  • e motorista com vínculo direto
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Não há identificação de quem colocou os cartazes. Mas há uma mensagem clara: a cobrança por respostas saiu do processo e ganhou o espaço público.

O que sustenta a revolta

O episódio que impulsiona essa reação integra a Operação Paroxismo, também conhecida como Propinão da Saúde.

Segundo os relatórios da Polícia Federal:

  • um empresário sacou R$ 400 mil em dinheiro vivo
  • o valor circulou fora do sistema bancário
  • houve troca de posse da quantia
  • e, na etapa final, o dinheiro foi transportado em veículo registrado em nome do prefeito
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O carro era conduzido por Jerqueson da Costa Rodrigues, identificado como motorista do prefeito, com vínculo formal.

A pergunta que permanece

Com os fatos documentados e agora também expostos publicamente, a dúvida segue intacta: por que o ex-prefeito Antônio Furlan não desmente ou esclarece  o uso de um carro de sua propriedade no transporte de R$ 400 mil em dinheiro vivo?

De Bubuia

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