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Segunda-feira, 04 de Maio 2026
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Macapá aprova leis para combater adultização infantil; veja o que muda

Novas políticas municipais focam prevenção, denúncias e proteção integral de crianças e adolescentes.

Macapá aprova leis para combater adultização infantil; veja o que muda
Câmara Municipal de Macapá aprova leis de proteção contra adultização infantil. Fotos: Secom/CMM
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A Câmara Municipal de Macapá aprovou duas novas leis para prevenir a adultização infantil e a erotização precoce, fenômenos que têm preocupado famílias e profissionais da educação. As propostas foram votadas nesta terça-feira (25) e agora seguem para sanção do Executivo.

O que é a adultização infantil e por que Macapá criou novas leis?

A adultização infantil ocorre quando crianças são expostas precocemente a comportamentos, linguagens, responsabilidades e conteúdos próprios da vida adulta.

Segundo especialistas, isso pode afetar o desenvolvimento físico, emocional, social e educacional.

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As leis aprovadas pretendem fortalecer campanhas, canais de denúncia e ações de conscientização no município.

O que prevê o Programa “Infância Livre” (PLO 149/25)?

O Projeto de Lei Ordinária n.º 149/25, do vereador Alexandre Azevedo (Podemos), cria o Programa Municipal Infância Livre. O foco é prevenir, combater e reduzir os impactos da adultização precoce em crianças de Macapá.

Entre as principais ações estão:

  • Campanhas educativas em escolas, postos de saúde e centros culturais;
  • Capacitação de profissionais de educação, saúde e assistência social;
  • Combate à erotização precoce e à exposição indevida de crianças na internet;
  • Conscientização de pais e responsáveis sobre os riscos do fenômeno.

Como funciona a Política de Proteção Integral (PLO 151/25)?

De autoria do vereador Joselyo É Mais Saúde (PP), o PLO n.º 151/25 cria a Política Municipal de Proteção Integral da Criança e do Adolescente contra a Adultização e a Erotização.

A proposta tem foco mais forte em fiscalização, punição e canais de denúncia, incluindo:

  • Criação de um canal municipal de denúncias, ativo 24h e integrado ao Conselho Tutelar;
  • Ações preventivas e educativas alinhadas ao ECA;
  • Medidas administrativas para coibir exposição sexualizada de menores de 18 anos.

Segundo Joselyo, a medida busca alinhar Macapá às diretrizes constitucionais de proteção à infância.

Quando as novas leis começam a valer?

Os dois projetos foram aprovados em Sessão Plenária e agora seguem para a sanção do Executivo.

Depois disso, a Prefeitura terá de 60 a 90 dias para regulamentar as políticas, definindo prazos, procedimentos e valores de multas.

Por que isso importa para famílias e escolas de Macapá?

Com as duas leis, Macapá passa a ter:

  • Políticas permanentes de prevenção;
  • Canais diretos de denúncia;
  • Regras mais claras para órgãos de fiscalização;
  • Orientação para escolas, unidades de saúde e instituições culturais.
De Bubuia

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